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04 de junho de 2020

Decreto 4122/02 | Decreto nº 4.122, de 13 de fevereiro de 2002

Publicado por Presidência da Republica (extraído pelo Jusbrasil) - 18 anos atrás

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Aprova o Regulamento e o Quadro Demonstrativo dos Cargos Comissionados e dos Cargos Comissionados Técnicos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ, e dá outras providências. Ver tópico (438 documentos)

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe confere o art. 84, incisos IV e VI, alínea "a", da Constituição, e tendo em vista o disposto na Lei nº 10.233, de 5 de junho de 2001, DECRETA:

Art. 1º Ficam aprovados o Regulamento e o Quadro Demonstrativo dos Cargos Comissionados e dos Cargos Comissionados Técnicos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ, na forma dos Anexos I e II a este Decreto. Ver tópico (3 documentos)

Art. 2º O regimento interno da ANTAQ será aprovado pela Diretoria e publicado no Diário Oficial da União, no prazo de até noventa dias, contado da data de publicação deste Decreto. Ver tópico (11 documentos)

Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Ver tópico (112 documentos)

Brasília, 13 de fevereiro de 2002; 181o da Independência e 114o da República.

FERNANDO HENRIQUE CARDOSO

Alderico Lima

Guilherme Gomes Dias

Este texto não substitui o publicado no DOU 14.2.2002

ANEXO I

REGULAMENTO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ

CAPÍTULO I

DA NATUREZA, SEDE, FINALIDADE E COMPETÊNCIA

Art. 1 ° A Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ, criada pela Lei n ° 10.233, de 5 de junho de 2001, tem sede e foro no Distrito Federal, com personalidade jurídica de direito público, submetida ao regime autárquico especial e vinculada ao Ministério dos Transportes, com a qualidade de órgão regulador das atividades portuária e de transporte aquaviário. Ver tópico (3 documentos)

Art. 2o A ANTAQ tem por finalidade: Ver tópico (11 documentos)

I - implementar, em sua esfera de atuação, as políticas formuladas pelo Ministério dos Transportes e pelo Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte - CONIT, segundo os princípios e as diretrizes estabelecidos na Lei nº 10.233, de 2001; e Ver tópico

II - regular, supervisionar e fiscalizar as atividades de prestação de serviços de transporte aquaviário e de exploração da infra-estrutura portuária e aquaviária, exercidas por terceiros, com vistas a: Ver tópico (10 documentos)

a) garantir a movimentação de pessoas e bens, em cumprimento a padrões de eficiência, segurança, conforto, regularidade, pontualidade e modicidade nos fretes e tarifas; Ver tópico

b) harmonizar os interesses dos usuários com os das empresas concessionárias, permissionárias, autorizadas e arrendatárias, e de entidades delegadas, preservado o interesse público; e Ver tópico

c) arbitrar conflitos de interesses e impedir situações que configurem competição imperfeita ou infração contra a ordem econômica. Ver tópico

Art. 3º À ANTAQ compete, em sua esfera de atuação, adotar as medidas necessárias ao atendimento do interesse público e ao desenvolvimento das atividades portuária e de transporte aquaviário e, em especial: Ver tópico (112 documentos)

I - promover estudos específicos de demanda de transporte aquaviário e de serviços portuários; Ver tópico

II - promover estudos aplicados às definições de tarifas, preços e fretes, em confronto com os custos e os benefícios econômicos transferidos aos usuários pelos investimentos realizados; Ver tópico (11 documentos)

III - propor ao Ministério dos Transportes o plano geral de outorgas de exploração da infra-estrutura aquaviária e portuária, bem como de prestação de serviços de transporte aquaviário; Ver tópico

IV - exercer o poder normativo relativamente à prestação de serviços de transporte e à exploração da infra-estrutura aquaviária e portuária, garantindo isonomia no seu acesso e uso, assegurando os direitos dos usuários, fomentando a competição entre os operadores e intensificando o aproveitamento da infra-estrutura existente; Ver tópico (5 documentos)

V - celebrar atos de outorga, de transferência e de extinção de direito, para a concessão à exploração da infra-estrutura aquaviária e portuária, gerindo e fiscalizando os respectivos contratos e demais instrumentos administrativos e aplicando sanções; Ver tópico

VI - celebrar atos de outorga de autorização, de transferência e de extinção de direito de prestação de serviços de transporte pelas empresas de navegação interior, de apoio marítimo, de apoio portuário, de cabotagem e de longo curso, observado o disposto nos arts. 13 e 14 da Lei nº 10.233, de 2001, gerindo os respectivos contratos e demais instrumentos administrativos, fiscalizando e aplicando sanções; Ver tópico (1 documento)

VII - assumir, sob sua administração, os instrumentos de outorga para exploração de infra-estrutura portuária e aquaviária e de prestação de serviços de transporte aquaviário celebrados antes da vigência da Lei nº 10.233, de 2001, resguardando os direitos das partes; Ver tópico

VIII - aprovar as propostas de revisão e reajuste de tarifas encaminhadas pelas Administrações Portuárias, após comunicação ao Ministério da Fazenda com antecedência mínima de quinze dias; Ver tópico (71 documentos)

IX - acompanhar os preços, nos casos de serviços públicos autorizados; Ver tópico (5 documentos)

X - promover estudos referentes à composição da frota mercante brasileira e à prática de afretamentos de embarcações, para subsidiar as decisões governamentais quanto à política de apoio à indústria de construção naval e de afretamento de embarcações estrangeiras; Ver tópico (1 documento)

XI - representar o Brasil junto a organismos internacionais, bem como em convenções, acordos e tratados, observadas as diretrizes do Ministro de Estado dos Transportes e as competências específicas dos demais órgãos federais; Ver tópico

XII - supervisionar a participação de empresas brasileiras e estrangeiras na navegação de longo curso e navegação interior de percurso internacional, em cumprimento aos tratados, convenções, acordos e outros instrumentos internacionais dos quais o Brasil seja signatário; Ver tópico

XIII - promover e julgar as licitações e celebrar os contratos de concessão para a exploração dos portos organizados marítimos, fluviais e lacustres e da infra-estrutura aquaviária; Ver tópico

XIV - cumprir e fazer cumprir as cláusulas e condições avençadas nos contratos de concessão quanto à manutenção e reposição dos bens e equipamentos reversíveis à União e arrendados nos termos do inciso I do art. 4º da Lei nº 8.630, de 25 de fevereiro de 1993; Ver tópico (1 documento)

XV - autorizar e fiscalizar projetos e a realização de investimentos no âmbito das outorgas estabelecidas; Ver tópico (2 documentos)

XVI - propor ao Ministério dos Transportes a declaração de utilidade pública para fins de desapropriação ou instituição de servidão administrativa, dos bens necessários à implantação ou manutenção dos serviços afetos à sua área de atuação; Ver tópico

XVII - estabelecer padrões e normas técnicas relativas às operações de transporte aquaviário de cargas especiais e de produtos perigosos, e de passageiros, ressalvadas as competências de outros órgãos públicos; Ver tópico

XVIII - fiscalizar o funcionamento e a prestação de serviços das empresas de navegação de longo curso, de cabotagem, de apoio marítimo, de apoio portuário e interior; Ver tópico (1 documento)

XIX - acompanhar e fiscalizar as atividades de operadores estrangeiros que atuam no transporte internacional com o Brasil, nos termos do art. 32 da Lei nº 10.233, de 2001; Ver tópico

XX - autorizar a construção e a exploração de terminais portuários privativos, de uso exclusivo ou misto, conforme previsto na Lei nº 8.630, de 1993, e supervisionar sua exploração; Ver tópico

XXI - autorizar, em caráter especial e de emergência, a prestação de serviço de transporte aquaviário sob outras formas de outorga, nos termos do art. 49 da Lei nº 10.233, de 2001; Ver tópico (1 documento)

XXII - analisar e classificar quanto a suas reversibilidades e indenizações, os bens das concessionárias, bem como os investimentos autorizados e por elas realizados; Ver tópico (1 documento)

XXIII - tomar as medidas para que os investimentos em bens reversíveis sejam contabilizadas em contas específicas; Ver tópico (1 documento)

XXIV - disciplinar atos e procedimentos para a incorporação ou desincorporação de bens, no âmbito das outorgas; Ver tópico

XXV - disciplinar o regime de autorização para construção e exploração de terminais portuários privativos, sejam de uso exclusivo ou misto, inclusive as condições de transferência de titularidade; Ver tópico

XXVI - autorizar às empresas brasileiras de navegação de longo curso, de cabotagem, de apoio marítimo, de apoio portuário e interior, o afretamento de embarcações estrangeiras para o transporte de carga, conforme disposto na Lei no 9.432, de 8 de janeiro de 1997; Ver tópico

XXVII - descentralizar o acompanhamento e a fiscalização da execução dos atos de outorga, mediante convênios de cooperação técnica e administrativa com órgãos e entidades da Administração Pública Federal, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; Ver tópico

XXVIII - participar de foros internacionais, sob a coordenação do Ministério dos Transportes; Ver tópico

XXIX - firmar convênios de cooperação técnica e administrativa com entidades e organismos nacionais e internacionais; Ver tópico (1 documento)

XXX - autorizar o transporte de carga prescrita por empresas estrangeiras, respeitados os tratados, convenções e acordos internacionais e o disposto na Lei nº 9.432, de 1997; Ver tópico (1 documento)

XXXI - promover, no âmbito de sua área de atuação, o cumprimento dos protocolos e acordos internacionais dos quais o Brasil seja signatário; Ver tópico

XXXII - habilitar ao tráfego marítimo internacional as instalações dos portos organizados e dos terminais de uso privativo; Ver tópico

XXXIII - manter cadastro das empresas brasileiras e estrangeiras de navegação; Ver tópico

XXXIV - estabelecer ligação permanente com o Sistema de Arrecadação do Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante - AFRMM, para atualizar as informações sobre as empresas de navegação, afretamentos, acordos e associações; Ver tópico

XXXV - aplicar penalidades nos casos de não-atendimento à legislação, de descumprimento de obrigações contratuais ou má prática comercial por parte das empresas de navegação e de exploração da infra-estrutura portuária e aquaviária; Ver tópico

XXXVI - supervisionar e fiscalizar as atividades das administrações portuárias e dos portos delegados, respeitados os termos da Lei nº 8.630, de 1993; Ver tópico (1 documento)

XXXVII - estabelecer critérios e acompanhar a execução dos contratos de arrendamento de áreas e instalações portuárias, identificando eventuais irregularidades e propondo medidas corretivas; Ver tópico (9 documentos)

XXXVIII - aplicar sanções por descumprimento de obrigações contratuais por parte das empresas de transporte aquaviário e de exploração da infra-estrutura portuária e aquaviária; Ver tópico (8 documentos)

XXXIX - propor ao Ministério dos Transportes a definição da área física dos portos organizados; Ver tópico (7 documentos)

XL - indicar os presidentes dos Conselhos de Autoridade Portuária - CAP; Ver tópico

XLI - decidir, em última instância administrativa, sobre recurso para o arrendamento de áreas e instalações portuárias nos termos do art. 5º, § 2º, da Lei nº 8.630, de 1993; Ver tópico

XLII - dirimir administrativamente conflitos de interesses entre o Poder Concedente e os prestadores de serviços de transporte e arbitrar disputas que surgirem entre os referidos prestadores de serviços e entre estes e os usuários; Ver tópico

XLIII - decidir, em última instância, sobre matérias de sua alçada, admitido pedido de reconsideração, por uma única vez, à Diretoria; Ver tópico (7 documentos)

XLIV - atuar na defesa e proteção dos direitos dos usuários, reprimindo as infrações e compondo ou arbitrando conflitos de interesses, observado o § 6º deste artigo; Ver tópico

XLV - exercer, relativamente aos transportes aquaviários, as competências legais em matéria de controle, prevenção e repressão das infrações contra a ordem econômica, ressalvadas as cometidas ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica - CADE, observado o § 5º deste artigo; Ver tópico

XLVI - dar conhecimento ao CADE, à Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça ou à Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, conforme o caso, de fato que configure ou possa configurar infração contra a ordem econômica; Ver tópico

XLVII - organizar, manter e divulgar as informações estatísticas relativas a sua esfera de atuação; Ver tópico (1 documento)

XLVIII - deliberar, na esfera administrativa e no âmbito de suas atribuições e competências, quanto à interpretação da legislação pertinente às atividades portuárias, e sobre casos omissos; Ver tópico (1 documento)

XLIX - elaborar o seu orçamento e proceder à respectiva execução financeira; Ver tópico

L - arrecadar, aplicar e administrar suas receitas;

LI - adquirir e alienar bens, adotando os procedimentos legais adequados para efetuar sua incorporação e desincorporação; Ver tópico

LII - administrar pessoal, patrimônio, material e serviços gerais; e Ver tópico

LIII - elaborar relatório anual de atividades e desempenho, destacando o cumprimento das políticas do setor, a ser enviado ao Ministério dos Transportes. Ver tópico

§ 1º Ficam mantidas as atribuições, competências e formas de atuação dos conselhos de autoridade portuária e das administrações portuárias, conforme estabelecido na Lei nº 8.630, de 1993. Ver tópico

§ 2º A ANTAQ examinará e aprovará, se for o caso, a transferência de titularidade das outorgas de concessão, permissão e autorização, em consonância com o art. 30 da Lei nº 10.233, de 2001. Ver tópico

§ 3º A ANTAQ observará as prerrogativas específicas do Comando da Marinha e atuará sob sua orientação em assuntos de Marinha Mercante que interessarem à defesa nacional, à segurança da navegação aquaviária e à salvaguarda da vida humana no mar, devendo ser consultada a Autarquia quando do estabelecimento de normas e procedimentos de segurança que tenham repercussão nos aspectos econômicos e operacionais da prestação de serviços de transportes aquaviários. Ver tópico

§ 4º A ANTAQ editará a regulamentação complementar aos procedimentos para as diferentes formas de outorga, previstas na Lei nº 10.233, de 2001. Ver tópico

§ 5º No exercício das competências em matéria de controle, prevenção e repressão das infrações contra a ordem econômica, que lhe foram conferidas pelo art. 20 da Lei nº 10.233, de 2001, a ANTAQ observará os procedimentos estabelecidos na Lei nº 8.884, de 11 de junho de 1994, cabendo à Diretoria a adoção das medidas por elas reguladas. Ver tópico

§ 6º A ANTAQ articulará sua atuação com a do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, visando à eficácia da proteção e defesa do usuário dos serviços de transportes aquaviários. Ver tópico

Art. 4º No exercício de seu poder normativo caberá à ANTAQ disciplinar, dentre outros aspectos, a outorga, a prestação, a comercialização e o uso dos serviços, bem como: Ver tópico (15 documentos)

I - estabelecer restrições, limites ou condições a empresas ou grupos empresariais quanto à obtenção e transferência de concessões, permissões e arrendamentos, visando a propiciar competição efetiva e a impedir situações que configurem infrações contra a ordem econômica; Ver tópico

II - expedir regras quanto à outorga e extinção de direito de exploração de serviços, inclusive as relativas à licitação, observada a política nacional de transportes; Ver tópico

III - disciplinar o cumprimento das obrigações de continuidade da prestação dos serviços e da exploração da infra-estrutura de transportes atribuídas aos concessionários, permissionários e autorizados; Ver tópico

IV - definir os termos em que serão compartilhados com os usuários os ganhos econômicos do concessionário decorrentes da modernização, expansão ou racionalização da prestação dos serviços, bem como de novas receitas alternativas; Ver tópico

V - definir a forma pela qual serão transferidos aos usuários os ganhos econômicos que não decorram da eficiência empresarial daqueles que, sob qualquer regime, explorem atividade regulada pela ANTAQ, tais como diminuição de tributos ou encargos legais, ou novas regras sobre os serviços; Ver tópico

VI - estabelecer os mecanismos para acompanhamento das tarifas e dos preços, de forma a garantir sua publicidade; Ver tópico (1 documento)

VII - disciplinar as condições de revisão de tarifa decorrente da oneração causada por novas regras sobre os serviços, em especial pelo aumento de encargos legais ou tributos, salvo o imposto sobre a renda; Ver tópico

VIII - disciplinar o cumprimento das obrigações de universalidade e as hipóteses e condições em que poderá ser suspensa a prestação de serviço ao usuário; Ver tópico

IX - fixar prazo para os detentores de outorgas anteriores à vigência deste Regulamento se adaptarem às novas condições estabelecidas na Lei nº 10.233, de 2001, e pela sua regulamentação; Ver tópico

X - estabelecer as condições para o compartilhamento de infra-estrutura e instalações portuárias; Ver tópico

XI - regulamentar o tratamento confidencial das informações técnicas, operacionais, econômico-financeiras e contábeis solicitadas às empresas prestadoras dos serviços; Ver tópico (1 documento)

XII - disciplinar a fiscalização das outorgas de prestação dos serviços e da exploração da infra-estrutura de transportes; e Ver tópico

XIII - editar tabela de emolumentos, preços e multas a serem cobrados. Ver tópico

§ 1º A ANTAQ, por meio de novos instrumentos de outorga, ratificará e adaptará os direitos das empresas que, na data de sua instalação, forem detentoras de outorgas expedidas por entidades públicas federais do setor dos transportes, conforme dispõem os arts. 13 e 14 da Lei nº 10.233, de 2001. Ver tópico

§ 2º Os novos instrumentos de outorga serão aplicados aos mesmos objetos das outorgas anteriores e serão regidos, no que couber, pelas normas gerais estabelecidas nas Subseções I, II, III e IV, da Seção IV, do Capítulo VI, da Lei nº 10.233, de 2001. Ver tópico (14 documentos)

CAPÍTULO II

DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL

Art. 5º A ANTAQ terá a seguinte estrutura organizacional: Ver tópico

I - Diretoria: Ver tópico

a) Gabinete do Diretor-Geral; e Ver tópico

b) Secretaria-Geral; Ver tópico

II - Procuradoria-Geral; Ver tópico

III - Ouvidoria; Ver tópico

IV - Corregedoria; Ver tópico

V - Auditoria Interna; Ver tópico

VI - Superintendências de Processos Organizacionais; e Ver tópico

VII - Unidades Regionais. Ver tópico

CAPÍTULO III

DA DIREÇÃO E NOMEAÇÃO

Art. 6º A ANTAQ será dirigida por um Diretor-Geral e dois Diretores. Ver tópico (13 documentos)

§ 1º Os membros da Diretoria serão nomeados pelo Presidente da República, após aprovação do Senado Federal, para cumprir mandatos de quatro anos, não coincidentes, observado o disposto no § 1º do art. 53 da Lei nº 10.233, de 2001, admitida uma recondução. Ver tópico

§ 2 ° O Diretor-Geral será nomeado pelo Presidente da República dentre os integrantes da Diretoria e investido na função pelo prazo fixado no ato de nomeação. Ver tópico

§ 3 ° A Diretoria designará um de seus integrantes para assumir a direção geral nas ausências eventuais e impedimentos do Diretor-Geral e os demais diretores serão substitutos eventuais entre si. Ver tópico

§ 4º A data em que for publicado o decreto de nomeação dos primeiros membros da Diretoria será considerada como termo inicial de todos os mandatos, devendo ser observada, a partir de então, para a renovação anual de diretores. Ver tópico

§ 5º O termo inicial fixado de acordo com o § 4º prevalecerá para cômputo da duração dos mandatos, mesmo que as nomeações e posses subseqüentes venham a ocorrer em datas diferentes. Ver tópico

§ 6º Durante o período de vacância de cargo de Diretor que impeça a existência de quórum para as deliberações da Diretoria, o Ministro de Estado Chefe da Secretaria de Portos da Presidência da República poderá designar servidor do quadro de pessoal efetivo da ANTAQ como Diretor interino até a posse do novo membro da Diretoria. (Incluído pelo Decreto nº 7.863, de 2012) Ver tópico

Art. 7º O Procurador-Geral deverá ser bacharel em Direito com experiência no efetivo exercício da advocacia e será nomeado pelo Presidente da República, atendidos os pré-requisitos legais e as instruções normativas da Advocacia-Geral da União. Ver tópico

Art. 8º O Ouvidor será nomeado pelo Presidente da República para mandato de três anos, admitida uma recondução. Ver tópico

Art. 9º O Corregedor será indicado pelo Ministro de Estado dos Transportes e nomeado pelo Presidente da República. Ver tópico

Art. 10. Os demais dirigentes serão nomeados segundo o disposto na legislação pertinente. Ver tópico

CAPÍTULO IV

DAS COMPETÊNCIAS DOS ÓRGÃOS

Art. 11. À Diretoria da ANTAQ compete, em regime de colegiado, analisar, discutir e decidir, em instância administrativa final, as matérias de competência da Autarquia, bem como: Ver tópico (70 documentos)

I - decidir sobre o planejamento estratégico da ANTAQ; Ver tópico

II - estabelecer as diretrizes funcionais, executivas e administrativas a serem seguidas, zelando pelo seu efetivo cumprimento; Ver tópico

III - decidir sobre políticas administrativas internas e de recursos humanos e seu desenvolvimento; Ver tópico

IV - manifestar-se sobre os nomes indicados pelo Diretor-Geral para o exercício dos cargos de Superintendentes de Processos Organizacionais; Ver tópico

V - aprovar o regimento interno da ANTAQ; Ver tópico (13 documentos)

VI - deliberar sobre a criação, a extinção e a forma de supervisão das atividades das Unidades Regionais; Ver tópico (9 documentos)

VII - delegar a Diretor competência para deliberar sobre aspectos relacionados com as Superintendências de Processos Organizacionais; Ver tópico

VIII - exercer o poder normativo da ANTAQ; Ver tópico (1 documento)

IX - aprovar normas de licitação e contratação próprias da ANTAQ; Ver tópico

X - aprovar editais de licitação, homologar adjudicações, bem assim decidir pela prorrogação, transferência, intervenção e extinção em relação a concessões, permissões e autorizações, obedecendo ao plano geral de outorgas, na forma do regimento interno, normas, regulamentos de prestação de serviços e dos contratos firmados; Ver tópico

XI - aprovar propostas de declaração de utilidade pública necessárias à execução de projetos e investimentos no âmbito das outorgas estabelecidas, nos termos da legislação pertinente; Ver tópico

XII - decidir sobre a aquisição e a alienação de bens; Ver tópico

XIII - autorizar a contratação de serviços de terceiros, na forma da legislação em vigor; Ver tópico

XIV - aprovar o orçamento da ANTAQ, a ser encaminhado ao Ministério dos Transportes; Ver tópico

XV - aprovar a requisição, com ônus para a ANTAQ, de servidores e empregados de órgãos e entidades integrantes da Administração Pública, quaisquer que sejam as funções a serem exercidas, nos termos do art. 16 da Lei nº 9.986, de 18 de julho de 2000; Ver tópico

XVI - autorizar, na forma da legislação em vigor, o afastamento do País de servidores para o desempenho de atividades técnicas e de desenvolvimento profissional; Ver tópico (6 documentos)

XVII - efetuar alteração entre os quantitativos dos Cargos Comissionados de Gerência Executiva, de Assessoria, de Assistência e dos Cargos Comissionados Técnicos, observados os valores de retribuição correspondentes e desde que não acarrete aumento de despesa; Ver tópico (14 documentos)

XVIII - deliberar na esfera administrativa quanto à interpretação da legislação e sobre os casos omissos; e Ver tópico (9 documentos)

XIX - elaborar relatório anual de suas atividades, nele destacando o cumprimento das políticas do setor. Ver tópico

Art. 12. As decisões da Diretoria serão tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros, cabendo ao Diretor-Geral o voto de qualidade, e serão registradas em atas que ficarão disponíveis para conhecimento geral, juntamente com os documentos que as instruam. Ver tópico (1 documento)

§ 1º Os atos normativos da Diretoria serão publicados no Diário Oficial da União. Ver tópico

§ 2º Quando a publicidade colocar em risco a segurança do País, ou violar segredo protegido, os registros correspondentes serão mantidos em sigilo. Ver tópico

§ 3º Cada Diretor votará com independência, fundamentando seu voto, vedada a abstenção. Ver tópico (1 documento)

Art. 13. Ao Gabinete do Diretor-Geral compete: Ver tópico

I - assistir ao Diretor-Geral em sua representação política e social, ocupar-se das relações públicas e do preparo e despacho do seu expediente pessoal; Ver tópico

II - acompanhar o andamento dos projetos de interesse da ANTAQ em tramitação no Congresso Nacional; Ver tópico

III - providenciar o atendimento às consultas e aos requerimentos formulados pelo Congresso Nacional; Ver tópico

IV - providenciar a publicação oficial e a divulgação das matérias relacionadas com a área de atuação da ANTAQ; Ver tópico

V - planejar, coordenar e supervisionar o desenvolvimento das atividades de comunicação social da ANTAQ; e Ver tópico

VI - exercer outras atribuições que lhe forem cometidas pelo Diretor-Geral. Ver tópico

Art. 14. À Secretaria-Geral compete prestar apoio à Diretoria, organizando as pautas das reuniões, expedindo as convocações e notificações e, quando for o caso, providenciando as publicações correspondentes, elaborando as atas e as súmulas das deliberações. Ver tópico

Art. 15. À Procuradoria-Geral, órgão vinculado à Advocacia-Geral da União, compete: Ver tópico

I - executar as atividades de consultoria e assessoramento jurídicos; Ver tópico

II - emitir pareceres jurídicos; Ver tópico

III - exercer a representação judicial da ANTAQ, com as prerrogativas processuais da Fazenda Pública, nos termos do disposto na Lei Complementar nº 73, de 10 de fevereiro de 1993; Ver tópico

IV - representar judicialmente os titulares e ex-titulares de Cargos Comissionados e Cargos Comissionados Técnicos da Autarquia, inclusive promovendo ação penal privada ou representando perante o Ministério Público, quando vítimas de crime, quanto a atos praticados no exercício de suas atribuições constitucionais, legais ou regulamentares, no interesse público, especialmente da Autarquia, podendo, ainda, quanto aos mesmos atos, impetrar habeas corpus e mandado de segurança em defesa dos agentes públicos; Ver tópico

V - apurar a liquidez e certeza dos créditos, de qualquer natureza, inerentes às suas atividades, inscrevendo-os em dívida ativa, para fins de cobrança amigável ou judicial; Ver tópico

VI - assistir as autoridades da ANTAQ no controle interno da legalidade administrativa dos atos a serem praticados, inclusive examinando previamente os textos de atos normativos, os editais de licitação, contratos e outros atos dela decorrentes, bem assim os atos de dispensa e inexigibilidade de licitação; e Ver tópico

VII - opinar previamente sobre a forma de cumprimento de decisões judiciais. Ver tópico

Art. 16. À Ouvidoria compete receber pedidos de informações, esclarecimentos e reclamações afetos à ANTAQ. Ver tópico (1 documento)

Art. 17. À Corregedoria compete: Ver tópico (1 documento)

I - fiscalizar as atividades funcionais da ANTAQ; Ver tópico (1 documento)

II - apreciar as representações que lhe forem encaminhadas relativamente à atuação dos servidores; Ver tópico

III - realizar correição nos diversos órgãos e unidades, sugerindo as medidas necessárias à racionalização e eficiência dos serviços; e Ver tópico

IV - instaurar, de oficio ou por determinação superior, sindicâncias e processos administrativos disciplinares relativamente aos servidores, submetendo-os à decisão da Diretoria. Ver tópico

Parágrafo único. A instauração de sindicâncias e de processos administrativos disciplinares relativos a atos da Diretoria ou de seus membros será da competência do Ministro de Estado dos Transportes. Ver tópico

Art. 18. À Auditoria Interna compete: Ver tópico

I - fiscalizar a gestão orçamentária, financeira, administrativa, contábil, técnica e patrimonial e demais sistemas administrativos e operacionais da Autarquia, de acordo com o Plano Anual de Atividades de Auditoria aprovado pela Diretoria; Ver tópico

II - elaborar relatório das auditorias realizadas, propondo medidas preventivas e corretivas dos desvios detectados, se for o caso, encaminhando-o à Diretoria; e Ver tópico

III - responder pela sistematização das informações requeridas pelos órgãos de controle do Governo Federal. Ver tópico

Art. 19. Às Superintendências de Processos Organizacionais compete o planejamento, a organização, o controle e a avaliação dos processos organizacionais e operacionais da ANTAQ, no âmbito de suas respectivas competências. Ver tópico

Art. 20. Às Unidades Regionais compete: Ver tópico

I - administrar e gerenciar os serviços, programas e projetos descentralizados atribuídos à unidade, fiscalizando o cumprimento das normas e padrões estabelecidos; e Ver tópico

II - assessorar o Diretor-Geral, propondo medidas necessárias à agilização e ao aprimoramento de suas atividades. Ver tópico

CAPÍTULO V

DAS ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES

Art. 21. Incumbe ao Diretor-Geral a representação da ANTAQ, o comando hierárquico sobre pessoal e serviços, exercendo a coordenação das competências administrativas, e a presidência das reuniões da Diretoria. Ver tópico

Art. 22. São atribuições comuns aos Diretores da ANTAQ: Ver tópico

I - cumprir e fazer cumprir as disposições regulamentares no âmbito das atribuições da ANTAQ; Ver tópico

II - zelar pelo desenvolvimento e credibilidade interna e externa da ANTAQ e pela legitimidade de suas ações; Ver tópico

III - zelar pelo cumprimento dos planos e programas da ANTAQ; Ver tópico

IV - praticar e expedir os atos de gestão administrativa no âmbito das atribuições que lhes forem conferidas; Ver tópico

V - executar as decisões tomadas de forma colegiada pela Diretoria; e Ver tópico

VI - contribuir com subsídios para proposta de ajustes e modificações na legislação, necessários à modernização do ambiente institucional de atuação da ANTAQ. Ver tópico

Art. 23. Ao Procurador-Geral incumbe: Ver tópico

I - coordenar as atividades de assessoramento jurídico da Autarquia; Ver tópico

II - participar, quando convocado, das sessões e reuniões da Diretoria, sem direito a voto; Ver tópico

III - receber as citações e notificações judiciais; Ver tópico

IV - desistir, transigir, firmar compromisso e confessar nas ações de interesse da ANTAQ, autorizado pela Diretoria; Ver tópico

V - aprovar os pareceres jurídicos dos procuradores; e Ver tópico

VI - representar ao Ministério Público para início de ação pública de interesse da ANTAQ. Ver tópico

Art. 24. Ao Ouvidor incumbe: Ver tópico (1 documento)

I - responder diretamente aos interessados os pedidos de informações, esclarecimentos e reclamações afetos à ANTAQ; e Ver tópico

II - produzir semestralmente, ou quando a Diretoria da ANTAQ julgar oportuno, relatório circunstanciado de suas atividades. Ver tópico

Parágrafo único. A Diretoria da ANTAQ prestará o apoio necessário à Ouvidoria para o fiel cumprimento de suas atribuições. Ver tópico

Art. 25. Ao Corregedor incumbe a fiscalização das atividades funcionais da ANTAQ. Ver tópico

Art. 26. Ao Auditor-Chefe incumbe a fiscalização da gestão administrativa, orçamentária contábil, patrimonial e de pessoal da ANTAQ. Ver tópico

Art. 27. Ao Chefe de Gabinete, ao Secretário-Geral, aos Superintendentes, aos Chefes de Unidades Regionais e aos demais dirigentes incumbe planejar, dirigir, coordenar e orientar a execução das atividades das respectivas unidades e exercer outras atribuições que lhes forem cometidas em regimento interno. Ver tópico (2 documentos)

CAPÍTULO VI

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

Seção I

Do Processo Decisório

Art. 28. O processo decisório da ANTAQ obedecerá aos princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência. Ver tópico

Art. 29. A ANTAQ dará tratamento confidencial às informações técnicas, operacionais, econômico-financeiras e contábeis que solicitar às empresas prestadoras de serviços, desde que sua divulgação não seja diretamente necessária para: Ver tópico

I - impedir a discriminação de usuários ou prestadores de serviço; e Ver tópico

II - verificar o cumprimento das obrigações assumidas em decorrência de autorização, permissão ou concessão. Ver tópico

Art. 30. As iniciativas de projetos de lei, alterações de normas administrativas e decisões da Diretoria para resolução de pendências que afetem os direitos de agentes econômicos ou de usuários de serviços de transporte serão precedidas de audiência pública com os objetivos de: Ver tópico (3 documentos)

I - recolher subsídios para o processo decisório da ANTAQ; Ver tópico

II - propiciar aos agentes e usuários dos serviços de transporte aquaviário a possibilidade de encaminhamento de seus pleitos e sugestões; Ver tópico

III - identificar, da forma mais ampla possível, todos os aspectos relevantes à matéria objeto da audiência pública; e Ver tópico

IV - dar publicidade à ação regulatória da ANTAQ. Ver tópico

§ 1º No caso de anteprojeto de lei, a audiência pública ocorrerá após prévia comunicação à Casa Civil da Presidência da República. Ver tópico (2 documentos)

§ 2º Na invalidação de atos e contratos, será previamente garantida a manifestação dos interessados. Ver tópico

§ 3º Os atos normativos da ANTAQ somente produzirão efeito após publicação no Diário Oficial da União, e aqueles de alcance particular, após a correspondente notificação. Ver tópico

§ 4o Qualquer pessoa, desde que seja parte interessada, terá o direito de peticionar ou de recorrer contra atos da ANTAQ, no prazo máximo de trinta dias da sua oficialização, observado o disposto em regulamento próprio. Ver tópico

Seção II

Das Receitas e do Orçamento

Art. 31. Constituem receitas da ANTAQ: Ver tópico

I - dotações que forem consignadas no Orçamento Geral da União, créditos especiais, transferências e repasses; Ver tópico

II - recursos provenientes dos instrumentos de outorgas e arrendamentos administrados pela ANTAQ; Ver tópico

III - produto da arrecadação de taxas de fiscalização, tanto da prestação de serviços quanto da exploração de infra-estrutura, atribuídas à ANTAQ; Ver tópico

IV - recursos provenientes de acordos, convênios e contratos, inclusive os referentes à prestação de serviços técnicos e fornecimento de publicações, material técnico, dados e informações; Ver tópico

V - produto da arrecadação da ANTAQ, decorrente da cobrança de emolumentos e multas; e Ver tópico

VI - outras receitas, inclusive as resultantes de aluguel ou alienação de bens, da aplicação de valores patrimoniais, de operações de crédito, de doações, legados e subvenções e de exploração de serviços nas vias concedidas, não previstas em contrato. Ver tópico

Art. 32. A ANTAQ submeterá ao Ministério dos Transportes sua proposta orçamentária anual nos termos da legislação em vigor, acompanhada de quadro demonstrativo do planejamento plurianual das receitas e despesas, visando ao seu equilíbrio orçamentário e financeiro nos cinco exercícios subseqüentes. Ver tópico

Parágrafo único. O superávit financeiro anual apurado pela ANTAQ relativo aos incisos II a V do art. 31 deverá ser incorporado ao respectivo orçamento do exercício seguinte, de acordo com a Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964, não se lhe aplicando o disposto no art. 1º da Lei nº 9.530, de 10 de dezembro de 1997, podendo ser utilizado no custeio de despesas de manutenção e funcionamento da ANTAQ e em projetos de estudos e pesquisas no campo dos transportes. Ver tópico

Art. 33. A prestação de contas anual da administração da ANTAQ, depois de aprovada pela Diretoria, será submetida ao Ministro de Estado dos Transportes, para remessa ao Tribunal de Contas da União, observados os prazos previstos em legislação específica. Ver tópico

CAPÍTULO VII

DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

Art. 34. O regimento interno disporá sobre o detalhamento da estrutura e atribuições das unidades administrativas da ANTAQ. Ver tópico

Art. 35. Serão transferidos para a ANTAQ os contratos já celebrados, os acervos técnicos, incluindo registros, dados e informações, detidos por órgãos e entidades do Ministério dos Transportes encarregados da regulação, tanto da prestação de serviços quanto da exploração da infra-estrutura de transportes aquaviários. Ver tópico (3 documentos)

Art. 36. A ANTAQ poderá organizar e implantar, em benefício de seus servidores e respectivos dependentes, serviços e programas de assistência social, médica, odontológica, hospitalar, alimentar e de transportes, na forma da lei. Ver tópico (6 documentos)

Parágrafo único. Os serviços e programas de que trata este artigo poderão ser executados diretamente ou mediante convênios e contratos com entidades especializadas, públicas ou particulares. Ver tópico

Art. 37. A ANTAQ apresentará ao Ministro de Estado dos Transportes suas necessidades de pessoal a ser absorvido no Quadro de Pessoal Específico de que trata o art. 113 da Lei nº 10.233, de 2001, levando em consideração a experiência acumulada e os conhecimentos especializados de seus ocupantes. Ver tópico

Art. 38. Fica delegada ao Ministro de Estado dos Transportes a competência para decidir, mediante proposta apresentada pela Diretoria da ANTAQ, sobre a absorção, no Quadro de Pessoal em Extinção da ANTAQ, dos empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho dos quadros de pessoal de que trata o art. 114-A da Lei nº 10.233, de 2001. Ver tópico

ANEXO II

a) Quadro Demonstrativo de Cargos ComissIONADOS E cargos comissionados técnicos da Agência Nacional de transportes aquaviários -ANTAQ

Unidade

Cargo

Função

Denominação

Cargo/Função

CÓDigo

DIRETORIA

1

Diretor-Geral

CD I

2

Diretor

CD II

Gabinete do Diretor-Geral

1

Chefe de Gabinete

CGE II

Secretaria-Geral

1

Secretário-Geral

CAS I

Procuradoria-Geral

1

Procurador-Geral

CGE II

Ouvidoria

1

Ouvidor

CGE II

Corregedoria

1

Corregedor

CGE II

Auditoria Interna

1

Auditor

CGE II

2

CGE I

2

CGE II

21

CGE III

7

CA I

4

CA II

2

CA III

14

CAS I

6

CAS II

24

CCT I

20

CCT II

15

CCT III

10

CCT IV

7

CCT V

b) Quadro RESUMO de Cargos ComissIONADOS E cargos comissionados técnicos da Agência Nacional de transportes aquaviários - ANTAQ ÿÿ

ANEXO II

(Redação dada pelo Decreto nº 9.000, de 2017) (Vigência)

a) QUADRO DEMONSTRATIVO DE CARGOS COMISSIONADOS E DE CARGOS COMISSIONADOS TÉCNICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ:

UNIDADE

QTD.

DENOMINAÇÃO CARGO

CD/CGE/CA/CAS/CCT

DIRETORIA

1

Diretor-Geral

CD I

2

Diretor

CD II

Gabinete do Diretor-Geral

1

Chefe de Gabinete

CGE II

Procuradoria-Geral

1

Procurador-Geral

CGE II

Ouvidoria

1

Ouvidor

CGE II

Corregedoria

1

Corregedor

CGE II

Auditoria Interna

1

Auditor

CGE II

5

CGE I

20

CGE III

8

CA II

1

CCT V

56

CCT IV

14

CCT III

5

CCT II

13

CCT I

b) QUADRO RESUMO DOS QUANTITATIVOS E DOS CUSTOS DE CARGOS COMISSIONADOS DE CARGOS COMISSIONADOS TÉCNICOS DA AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES AQUAVIÁRIOS - ANTAQ:

CÓDIGO

Valor (R$)*

SITUAÇÃO INICIAL (Decreto nº 4.122, de 13 de fevereiro de 2002)

SITUAÇÃO ATUAL (com fundamento no art. 14 da Lei nº 9.986, de 18 de julho de 2000)

SITUAÇÃO NOVA

QTD.

Valor total (R$)

QTD.

Valor total (R$)

QTD.

Valor total (R$)

CD I

15.925,04

1

15.925,04

1

15.925,04

1

15.925,04

CD II

15.128,79

2

30.257,58

2

30.257,58

2

30.257,58

CGE I

14.332,53

2

28.665,06

5

71.662,65

5

71.662,65

CGE II

12.740,03

7

89.180,21

5

63.700,15

5

63.700,15

CGE III

11.943,77

21

250.819,17

20

238.875,40

20

238.875,40

CGE IV

7.962,51

-

-

1

7.962,51

-

-

CA I

12.740,03

7

89.180,21

-

-

-

-

CA II

11.943,77

4

47.775,08

9

107.493,93

8

95.550,16

CA III

3.325,16

2

6.650,32

1

3.325,16

-

-

CAS I

2.515,37

15

37.730,55

-

-

-

-

CAS II

2.179,99

6

13.079,94

-

-

-

-

CCT V

3.027,76

7

21.194,32

1

3.027,76

1

3.027,76

CCT IV

2.212,56

10

22.125,60

58

128.328,48

56

123.903,36

CCT III

1.122,69

15

16.840,35

16

17.963,04

14

15.717,66

CCT II

989,72

20

19.794,40

8

7.917,76

5

4.948,60

CCT I

876,35

24

21.032,40

15

13.145,25

13

11.392,55

TOTAL

143

710.250,23

142

709.584,71

130

674.960,91

*Valores vigentes a partir de 1º de janeiro de 2017, conforme previsto na Lei nº 13.328, de 29 de julho de 2016 * ÿÿ

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