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26 de julho de 2017

Lei 7116/83 | Lei nº 7.116, de 29 de agosto de 1983

Publicado por Presidência da Republica (extraído pelo Jusbrasil) - 33 anos atrás

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Regulamenta a inatividade dos militares do Exército e da Armada Ver tópico (694 documentos)

O Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o artigo 180 da Constituição Federal, decreta:

TÍTULO I

Da inatividade dos militares do Exército e da Armada

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1º Os militares do Exército e da Armada passam à situação de inatividade : Ver tópico (59 documentos)

a) Por agregação ao respectivo Quadro. Ver tópico

b) Pela transferência para a Reserva. Ver tópico

c) Pela reforma. Ver tópico

d) Por demissão do serviço militar. Ver tópico

e) Licenciamento, expulsão ou exclusão do serviço militar. Ver tópico

§ 1º A situação de inatividade será declarada por decreto nos casos das letras a, b, c, e d, e não permitirá a reversão ao serviço ativo senão no caso da letra a ou por nulidade do ato de transferência em virtude de sentença judiciária. Ver tópico

§ 2º A inatividade nos casos a, b e c, é remunerada, e nos casos d e e, sem remuneração. Ver tópico (2 documentos)

TÍTULO II

Da inatividade remunerada

CAPíTULO I

DA AGREGAÇÃO

Art. 2º Os militares com vitaliciedade assegurada serão agregados aos respectivos quadros, pelos seguintes motivos: Ver tópico (150 documentos)

a) Por terem sido considerados inaptos para o serviço em inspeção de saúde, após um ano de moléstia continuada e curavel. Ver tópico

b) Por terem obtido licença para dedicar-se a trabalho na industria particular. Ver tópico

c) Por terem obtido licença maior de seis mêses, para tratar de interesses particulares. Ver tópico

d) Durante o cumprimento de sentença passada em julgado, maior de seis mêses e menor de dois anos, excetuadas as praças de pret que serão, nesse caso, excluidas. Ver tópico

e) Por terem sido considerados desertores ou extraviados. Ver tópico

f) Por terem obtido licença para aceitar cargo públido civil temporário de nomeação.

f) Por terem obtido licença para aceitar cargo público civil temporário de nomeação ou para exercerem os oficiais da Arma de Aeronáutica sua atividade técnica na aviação cívil e indústrias correlativas. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.292, de 1940) Ver tópico

g) Por estarem nas condições do artigo 13 e seus parágrafos do Decreto n. 24.287, de 24 de maio de 1934. Ver tópico

Art. 3º Os militares serão agregados pelos motivos das letras b, c e f, do artigo anterior pelo prazo mínimo de seis meses. Ver tópico (8 documentos)

Art. 4º Os militares agregados não poderão ser promovidos nem contam antiguidade, exceto aqueles a que se refere o decreto número 24.287, de 24 de maio de 1934, e os compreendidos na letra f, do art. 2º. Ver tópico (3 documentos)

Parágrafo único. Readquire a antiguidade, entretanto, o que fôr absolvido, nos casos da letra e, do artigo 2º. Ver tópico (1 documento)

Art. 5º É lícito ao Governo reverter o militar agregado à atividade, em qualquer tempo, exceto nos casos das letras a e d, do artigo 2º. Ver tópico (4 documentos)

Art. 6º A licença a que se referem as letras b, c e f, do artigo 2º, só poderá ser concedida aos militares com mais de dez anos de serviço e se a licença não contrariar o interesse do serviço militar. Ver tópico (23 documentos)

Art. 7º Considera-se extraviado, para os efeitos deste Decreto-Lei, o militar que, no desempenho de qualquer serviço, em campanha ou em naufrágio, vier a desaparecer por mais de trinta dias. Ver tópico (18 documentos)

Art. 8º O militar agregado fica sujeito a todas as obriga disciplinares, no que respeita às suas relações com os outros militares e autoridades civis. Ver tópico (1 documento)

Art. 9º Os nomes dos militares agregados figurarão no Almanak ou Boletim do pessoal militar, logo após a relação dos do mesmo quadro e graduação, sob o titulo - "Agregados". Ver tópico (1 documento)

Art. 10. Os militares agregados serão obrigados a se apresentar a maior autoridade do Exército ou da Armada, conforme o caso, do local onde permanecer mais de quarenta e oito horas ou quando dele se ausentar e bem assim quando fôr decretada mobilização, estado de guerra ou de emergência. Ver tópico (3 documentos)

CAPÍTULO II

DA RESERVA REMUNERADA

Art. 11. A Reserva remunerada é constituída: Ver tópico (3 documentos)

a) Pelos militares que completarem a idade limite para permanência no serviço ativo. Ver tópico

b)Pelos oficiais e sub-oficiais ou praças de pret que, com mais de vinte e cinco e vinte anos de serviço, respectivamente, solicitarem transferência para a Reserva. (Vide Decreto-Lei nº 1.526, de 1939) Ver tópico

c) pelos oficiais dos vários quadros da Marinha de Guerra que forem indicados para a transferência para a Reserva, para completar a quota anual de vagas obrigatórias nos quadros ativos;

c) Pelos oficiais dos vários quadros para a Marinha de Guerra que forem indicados para a transferência para a Reserva quer para completar a quota anual de vagas obrigatórias, quer pelo tempo de permanência de mais de dez anos para os Almirantes dos Quadros "de Combatentes", de cinco anos para os do Quadro "M" e de quatro anos para o fim do carreira dos oficiais das classes anexas e ainda para os Almirantes com mais de três anos sem comissão; conforme os Decretos ns. 21.099, de 25 de fevereiro de 1932 e 23,292, de 26 de outubro de 1933. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 1.036, de 1939)

c) Pelos oficiais dos vários quadros da Marinha de Guerra que forem indicados para a transferência para a Reserva, quer para completar a quota anual de vagas obrigatórias, quer pelo tempo de permaneência, como oficiais generais por mais de dez anos para os do quadro "O", de cinco anos para os dos quadros "M" e Aviação e de quatro anos para os dos demais quadros, bem assim de quatro anos para os do último posto dos quadros de Farmacêuticos, Contadores Navais, Dentistas, Patrões-Mores, Oficiais Auxiliares da Marinha e Oficiais Auxiliares do Corpo de Fuzileiros Navais, quer ainda para os oficiais generais sem comissão por três anos, e de acordo com as disposições dos Decretos ns. 21.099, de 25 de fevereiro de 1932 e 23.292, de 26 de outubro de 1933. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 1.093, de 1939) Ver tópico

d) pelos militares que forem transferidos para a Reserva em consequência de processo administrativo ou criminal; Ver tópico

e) pelos oficiais que aceitarem cargo eletivo, respeitadas as restrições do decreto-lei n. 24. de 29 de novembro de 1937; Ver tópico

f) pelos militares que forem julgados incapazes moral ou tecnicamente em processo regular, com exceção das praças de pret que serão, nesse caso, excluídas do serviço ativo; Ver tópico

g) pelos oficiais da Marinha de Guerra que não lograrem aprovação nas escolas que cursarem para preenchimento de cláusula de acesso, quando lhes couber a promoção por antiguidade; Ver tópico

h) pelas praças de pret da Armada, com mais de vinte e cinco anos de serviço, que incidirem nas disposições da letra g. Ver tópico

Art. 12. A transferência para a Reserva far-se-á sempre no mesmo posto ou graduação da atividade, ressalvada a exceção prevista no art. 32 e fica isenta de quaisquer selos ou emolumentos. Ver tópico

Art. 13. O militar que, reformado por invalidez, fôr julgado apto em inspeção de saúde, por junta superior de recurso, e não tiver excedido a idade limite para servir na Reserva, será para ela transferido. Ver tópico

Art. 14. A idade limite para permanência dos militares no serviço ativo a que se refere a letra a do art. 11, será: Ver tópico

I - Para os oficiais combatentes e para os médicos do Exercito: Ver tópico

General de divisão ou vice-almirante ...................................................................... 66 anos General de brigada ou contra-almirante ...................................................................63 anos Coronel ou capitão de Mar e Guerra........................................................................ 60 anos Tenente coronel ou capitão de fragata ................................................................... 58 anos Major ou capitão de corveta................................................................................... 54 anos Capitão ou capitão tenente ....................................................................................50 anos Primeiro tenente .................................................................................................. 46 anos Segundo tenente........ ......................................................................................... 43 anos

II - Para os oficiais dos demais quadros: Ver tópico

General de brigada ou contra-almirante ........................................................................ 65 anos Coronel ou capitão de Mar e Guerra ............................................................................ 62 anos Tenente coronel ou capitão de fragata ......................................................................... 60 anos Major ou capitão de corveta ................................................................................... ... 56 anos Capitão ou capitão tenente....................................................................................... 52 anos Primeiro tenente...................................................................................................... 48 anos Segundo tenente....................................................................................................... 45 anos Segundo-tenente mestre de música ......................................................................... 54 anos

III - Para o sub-oficial da Armada e praças de pret do Exército e da Armada :

Sub-oficial da Armada.................................................................................................. 54 anos Sub-tenente radiotelegrafista..................................................................................... 50 anos Sub-tenente............................................................................................................ 48 anos Sargentos da Armada............................................................................................ 50 anos Sargentos do Exército.......................................................................................... 45 anos Praças do Exército e da Armada ....................................................................... 45 anos

III - Para o Sub-Oficial da Armada e praças de pret do Exército e da Armada:(Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.292, de 2005) Ver tópico

Sub-Oficial da Armada .................................................... ....................... 54 anos (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.292, de 2005)

Sub-Tenente radiotelegrafista .......................................................................... 50 " (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.292, de 2005)

Sub-Tenente ................................................................................................... 48 " (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.292, de 2005)

Sargentos da Armada ....................................................................................... 52 " (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.292, de 2005)

Sargentos do Exército ....................................................................................... 45 " (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.292, de 2005)

Praças da Armada .............................................................................................. 50 " (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.292, de 2005)

Praças do Exército ............................................................................................. 45 " (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 2.292, de 2005)

§ 1º São oficiais combatentes, no Exército, os das diversas armas; na Marinha os do Corpo da Armada, os da Aviação Naval e os do Corpo de Fuzileiros Navais. Ver tópico

§ 2º Os oficiais do Exército, da arma da Aviação, serão transferidos para a categoria de extranumerários, ao atingirem, em cada posto, o limite de idade abaixo fixado: Ver tópico

Tenente coronel......................................................................................... 52 anos Coronel..................................................................................................... 54 anos Major ........................................................................................................ 48 anos Capitao..................................................................................................... 45 anos Primeiro tenente.......................................................................................... 42 anos Segundo tenente ........................................................................................ 40 anos

CAPITULO III

DA REFORMA

Art. 15.A reforma dos militares do Exército e da Armada verificar-se-á : Ver tópico

a) por invalidez definitiva; Ver tópico

b) por incapacidade física declarada após um ano de agregação por moléstia curavel; Ver tópico

c) por sentença judiciária condenatória à reforma, passada em julgado; Ver tópico

d) por ter atingido a idade limite para o serviço na Reserva. Ver tópico

§ 1º A invalidez nos casos das letras a e b verificada com inspeção de saúde, poderá ser consequente de: Ver tópico

a) moléstia ou ferimentos adquiridos em campanha ou moléstia deles proveniente; Ver tópico

b) desastre ou acidente em serviço; Ver tópico

c) moléstia adquirida, em tempo de paz, com relação de causa e efeito às condições inerantes ao serviço; Ver tópico

d) moléstia contagiosa e incurável; Ver tópico

e) moléstia não adquirida em serviço. Ver tópico

f) lepra; (Incluído pelo Decreto-Lei nº 1.727, de 1939) Ver tópico

§ 2º Os casos de que tratam as letras a, b, e c, do parágrafo anterior, serão provados por meio de inquérito sanitário de origem ou termo de acidente. Ver tópico

§ 3º Os sargentos e praças com menos de dez anos de serviço que se invalidarem não terão direito a reforma, mas serão incluidos no Asilo de Inválido da Pátria, se satisfizerem as condições estabelecidas no respectivo regulamento. Ver tópico

Art. 16. A reforma, por invalidez, isenta definitivamente o militar do serviço. Ver tópico

Art. 17. Em janeiro de cada ano o Departamento do Pessoal envia e ao ministro a relação do pessoal que houver atingido a idade limite para a permanência na Reserva, afim de ser reformado ex-officio. Ver tópico

§ 1º As idades limites para a reforma compulsória dos militares serão : Ver tópico

Oficias generais................................................................................................. 68 anos Oficiais superiores...............................................................................................66 anos Capitães e oficiais subalternos............................................................................. 60 anos Sub- oficiais e sub-tenentes................................................................................. 58 anos Sargentos e praças............................................................................................ 55 anos

§ 2º A reforma será isenta do pagamento de sêlo ou quaisquer emolumentos. Ver tópico

§ 3º A reforma será sempre concedida no mesmo posto ou graduação. Ver tópico

TÍTULO III

Da inatividade não remunerada

CAPíTULO I

DA DEMISSÃO DO SERVIÇO MILITAR

Art. 18. A demissão do serviço militar é facultada: Ver tópico

a) Aos oficiais com mais de cinco anos de serviço como oficial, Ver tópico

b) Aos sub-oficiais depois da conclusão do tempo de serviço a que se comprometeram a servir. Ver tópico

§ 1º Antes do prazo acima só poderá ser concedida demissão voluntária mediante indenização das despesas arbitradas para cada caso, pelo respectivo Ministério. Ver tópico

§ 2º O militar demissionário reverterá a vida civil, com perda total das honras, vantagens e regalias do seu posto, ficando, entretanto, classificado como reservista. Ver tópico

Art. 19. A demissão será também aplicada ex-officio quando o militar fôr condenado por sentença passada em julgado: Ver tópico

a) A pena de demissão; Ver tópico

b) A qualquer pena maior de dois anos; Ver tópico

c) A pena por crime contra a segurança do Estado. Ver tópico

CAPÍTULO II

DO LICENCIAMENTO, EXPULSÃO OU EXCLUSÃO DO SERVIÇO MILITAR

Art. 20. As praças do Exército ou da Armada, que concluirem o seu tempo de serviço e não fôrem engajadas, serão licenciadas do serviço militar. Ver tópico

Art. 21. As praças engajadas, do Exército ou da Armada, com mais de metade do tempo de serviço a que se obrigaram a cumprir, será facultado o licenciamento do serviço militar quando requererem, desde que não haja prejuízo para o serviço ou não esteja iminente qualquer perturbação da ordem pública. Ver tópico

Art. 22. Serão expulsas ou excluídas as praças que com qualquer tempo de serviço, incorrerem nas disposições dos regulamentos disciplinares na pena de exclusão ou expulsão do serviço militar. Ver tópico

Art. 23. Serão licenciadas do serviço militar, se o requererem, as praças que, depois de incorporadas, se tornarem arrimo de família. Ver tópico

TÍTULO IV

Do tempo de serviço computável para efeitos de transferência para a inatividade

Art. 24. O tempo de agregação não será computado como de serviço militar, exceto o de agregação, por deserção ou extravio, desde que seja absolvido do crime imputado, em última instância, ou por moléstia adquirida em serviço, ou ainda pelo motivo da letra f do artigo 2º, ressalvados também os casos previstos pelo decreto n. 24.287, de 24 de maio de 1934. Ver tópico

Art. 25. Não será computado como tempo de serviço; Ver tópico

a) O passado nas Escolas Militares sem aproveitamento; Ver tópico

b) O decorrido em ocupação extranha ao serviço dos Ministérios da Marinha ou da Guerra ou em serviços que não sejam explicitamente considerados pelo ministro como de natureza militar. ressalvados os casos previstos no decreto n. 24.287, de 24 de maio de 1934, e os da letra f do artigo 2º. Ver tópico

c) O de aluno em academias ou escolas civís e colégios militares. Ver tópico

Art. 26. O tempo de serviço em campanha será computado pelé dôbro para efeitos de inatividade, entendendo-se como tal aquele em que fôr abonado o têrço de campanha.

Art. 26. O tempo de serviço em campanha será contado pelo dobro, para efeito de inatividade, entendendo-se como tal aquele em que for abonado o terço de campanha e o militar estiver em operações de guerra com deslocamento da sede de seu corpo ou unidade; ou aquele que assim for expressamente considerado pelo Governo. (Redação dada pelo Decreto-Lei nº 1.622, de 1939) Ver tópico (2 documentos)

Art. 27. O militar que desistir de gozar licença-prêmio a que tiver direito, incorporará ao seu tempo de serviço, para efeitos de inatividade, um período igual ao dôbro da referida licença. Ver tópico

Parágrafo único. De igual modo se procederá ex-officio com aqueles que fôrem transferidos para a inatividade sem ter gozado a referida licença. Ver tópico

Art. 28. O militar que incidir nas disposições que o obriguem à transferência para a inatividade e se achar em gôzo de licença de qualquer natureza, será transferido imediatamente, interrompendo a licença. Ver tópico

Parágrafo único. Quando estiver no gôzo de licença-prêmio, incorporará ao seu tempo de serviço o dôbro do período que deixar de gozar. Ver tópico

TÍTULO V

Das vantagens da inatividade

Art. 29. Os militares terão os seguintes vencimentos e vantagens quando : Ver tópico

a) Agregados no caso da letra a do artigo 2º, os vencimentos de acôrdo com a lei sôbre licença por motivo de saúde; Ver tópico

b) Agregados no caso da letra d do artigo 2º, o sôldo do seu posto; Ver tópico

c) Agregados nos casos das letras b, c, e e f do mesmo artigo 2º - nada perceberão; Ver tópico

d) Agregados de acôrdo com o decreto n. 24.287, de 24 de maio de 1934 - as vantagens referidas nesse decreto; Ver tópico

e) Invalidados pelo disposto na letra a do § 1º do artigo 15, serão promovidos ao posto imediatamente superior e em seguida reformados, percebendo os vencimentos e vantagens dêsse posto; Ver tópico

f) Invalidados pelo disposto na letra b do § 1º do artigo 15, serão reformados no mesmo posto, percebendo os seguintes vencimentos : Ver tópico

I) Podendo, ou não, angariar meios de subsistência: vencimentos e vantagens do posto ou graduação; Ver tópico

II) Não podendo angariar meios de subsistência e requerendo cuidados especiais: vencimentos e vantagens do posto e uma diaria de alimentação. Ver tópico

g) invalidados pelo disposto na letra c do parágrafo 1º do artigo 15, serão reformados com os vencimentos e vantagens da atividade. Ver tópico

h) invalidados por moléstias contagiosas e incuravel, serão reformados com os vencimentos da atividade. Ver tópico

i) invalidados pelo disposto na letra e do parágrafo 1º do artigo 15, serão reformados com tantas trigésimas partes dos vencimentos, quantos forem os anos de serviço. Ver tópico

j) invalidados pelo disposto na letra f do 1º do artigo 15, serão reformados com vencimentos integrais, qualquer que seja o tempo de serviço. (Incluído pelo Decreto-Lei nº 1.727, de 1939) Ver tópico

Art. 30. Os militares reformados pelo disposto na letra c do artigo 15 perceberão tantas vigésimas quintas partes do soldo quantos forem os anos de serviço, não podendo entretanto exceder do soldo integral. Ver tópico

Art. 31. Os militares reformados pelo disposto na letra d do artigo 15 perceberão os mesmos vencimentos ou vantagens de que já estiverem em gozo na reserva. Ver tópico

Art. 32. Os militares transferidos para a Reserva remunerada perceberão tantas vigésimas quintas partes do soldo quantos forem os anos de serviço completos até vinte e cinco e mais tantas quotas de cinco por cento sôbre o soldo, quantos forem os anos de serviço ou fração excedentes de vinte e cinco, ressalvados os sub-oficiais e praças que serão transferidos para a Reserva, com as honras, vencimentos e vantagens concedidas pela legislação anterior, referentes à reforma a pedido. Ver tópico

Parágrafo único. Os oficiais que contarem mais de trinta e cinco anos de serviço perceberão o sôldo do pôsto imediatamente superior da hierarquia militar e mais cinco por cento sobre êsse soldo por ano ou fração excedente de vinte e cinco. Ver tópico

Art. 33. Qualquer que seja a forma da inatividade os vencimentos e vantagens não poderão exceder o que fôr percebido pelo militar na ativa, exetuado o caso previsto nos artigos 1º e 2º do decreto n. 23.794,. de 23 de janeiro de 1934. Ver tópico

Art. 34. Para efeitos do Presente decreto-lei, entende-se como "vencimentos" o conjunto de soldo e gratificação de pôsto, sendo o "sôldo" constituido por dois terços dos vencimentos. Ver tópico

Parágrafo único - Entende-se por "vantagens" tudo quanto fôr percebido, além dos vencimentos, pelo militar da ativa, e que não dependa da natureza ou espécie da comissão em que se encontre. Ver tópico

Art. 35. Os militares mortos em consequência de ferimentos ou moléstias adquiridas em campanha, serão considerados reformados no posto imediatamente superior. Ver tópico

Parágrafo único. Os atuais segundos-tenentes convocados da Exército que falecerem em consequência do disposto no presente artigo, serão considerados reformados no posto de segundo-tenente. Ver tópico

Art. 36. Aos herdeiros dos militares, falecidos nas condições do artigo anterior, será concedida uma pensão, igual aos vencimentos do posto que tinham em vida, consideradas as praças como engajadas. Ver tópico

§ 1º Aos herdeiros dos militares falecidos em consequência de acidente em ato de serviço, será concedida uma pensão, igual a dois terços da prevista no presente artigo, se maiores vantagens não tiverem. Ver tópico

§ 2º Para os efeitos desta disposição são considerados herdeiros os que a legislação em vigor define como tais para percepção do montepio, com os mesmos direitos de preferência à reversão. Ver tópico

Art. 37. O militar reformado ou transferido para a Reserva não poderá mais reverter ao quadro ativo. Ver tópico

Art. 38. O militar agregado reverterá ao serviço ativo logo cesse o motivo que determinou a sua agregação ou no caso do artigo 5º. Ver tópico

Parágrafo único. O militar que reverter à atividade, ficará adido ao seu quadro, sem número, e homólogo ao que se lhe seguir em antiguidade, devendo entrar na escala na primeira vaga que se verificar no seu quadro e pôsto. Ver tópico

Art. 39.O militar adido, na forma do artigo anterior, tem os mesmos direitos, vencimentos, vantagens e obrigações dos que estiverem no quadro ativo. Ver tópico

Art. 40. O militar ao terminar a sua agregação deverá apresentar-se, a, sua própria custa, ao Departamento do Pessoal, na sede do respectivo ministério ou à autoridade militar do local em que se achar, quando autorizado pelo ministro, por conveniência do serviço. Ver tópico

Art. 41. O presente decreto-lei entrará em vigor na data da sua sanção. Ver tópico

Art. 42. Revogam-se as disposições em contrário. Ver tópico

Rio de Janeiro, em 22 de janeiro de 1938, 117º da Independência e 50º da República.

GETULIO VARGAS.

Eurico G. Dutra.

Henrique A. Guilhem.

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